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terça-feira, 6 de novembro de 2007

Os sumérios

Sua astronomia era incrivelmente avançada: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!... Os velhos e inteligentes gregos, no auge do brilho do seu saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito". Ao lado desenho sumério.

Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 placas de barro com inscrições denominadas: cuneiformes. Nas traduções destas escritas, diz-se que a Terra, teve origem extraterrestre, através da colisão de dois corpos celestes. Parte dos destroços cairam aqui e no outro corpo celeste: "Nibiru", onde teve início a vida e com isso avançaram no estágio de evolução.
Os Sumérios acreditavam que seus "Deuses" vieram deste planeta - 'o décimo segundo planeta' - que completa uma volta no Sol a cada 3600 anos. As tábulas de argila sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar.
O mais impresionante são os dados sobre Plutão ( Planeta que só foi descoberto em 1930! ). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados... Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás?
A história diz ainda que após 35 milhões de anos Nibiru corria risco de se acabar totalmente, então, como a Terra era o único planeta com condições favoráveis para sua sobrevivência, fizeram misturas genéticas entre os primatas e a sua espécie. Diz-se que estes colonizadores tinham uma espectativa de vida de 20.000 anos, período completamente incompreensíveis para o nosso saber, e eram humanóides gigantes. Com o passar do tempo estes extraterrestres misturaram-se com os humanos, gerando assim novas raças e etnias: os "filhos dos Deuses"...
Os ETs também advertiram das calamidades que o planeta Terra iria passar. No caso o planeta Nibiru passaria muito perto de nós e a atração gravitacional iria provocar um cataclisma. Se ligarmos o Dilúvio e a Arca de Noé com os documentos achados dos Sumérios vemos a lógica... também quando vemos rastros de humanos gigantes, quando associamos os anjos e as luzes no céu que são mencionados na Bíblia com os contatos imediatos que temos hoje constantemente, percebemos que não estamos sós, que tudo faz sentido e que a verdade realmente está lá fora.

Pinturas ruprestes de Frergana

Próximo da localidade de Frergana, no sopé dos montes Alai, no Uzbequistão , existe a estranha pintura rupestre com cerca 2 metros com 10.000 anos :

O Astronauta de Palenque



Uma passagem intirgante sobre civilizações antigas é a dos maias. Embora já tenha sido mais difundido e estudado, ainda não há respostas para alguns mistérios que envolvem esse povo.Originários da península da Yucatán por volta do ano 2.600 a.C.; os maias erigiam pirâmides, levantaram fantásticas cidades em pedra e construíram uma cultura inigualável na América daquele período. De repente, entre os anos 750 e 900 d.C., até hoje desconhecidos, a civilização maia desapareceu.Durante décadas tentou-se descobrir o que aconteceu com ela. Em junho de 1995, pesquisadores da Universidade da Flórida lançaram uma nova hipótese para esse mistério histórico: uma violenta e prolongada seca teria destruído a civilização maia, forçando sua elite a abrir mão do poder e os mais fracos a abandonar suas cidades de pedra, em busca de esperança em outras paragens.Historicamente, a civilização maia teria nascido no méxico, espalhando-se posteriormente, durante um período de 3.500 anos, mais ou menos, para a Guatemala e Belize. Após o seu desaparecimento, restou um legado de sofisticados edifícios e pirâmides semelhantes às existentes no Egito.Os pesquisadores da Universidade da Flórida estudaram sedimentos geológicos da região de Yucatán para recontruir as mudanças climéticas ocorridas nos últimos 9 mil anos, e localizaram um período intenso e contínuo de seca, por volta do ano 800 da nossa era. A seca teria agravado os problemas já existentes na comunidade, como excessivo crescimento populacional e mudanças no meio ambiente, além de conflitos entre as cidades maias."Para uma civilização que estava disnte de uma série de problemas e crises, tanto internas quanto externas" , explicou na época o prof. David Hodell, da Universidade da Flórida, "a escassez de água pode ter aumentado a vulnerabilidade de muitas cidades maias."Segundo esses pesquisadores, a chegada de um período de secas violentas teria provocado a queda das elites que ocupavam o poder e o abandono de muitos centors urbanos por parte da população, levando a emigrações em massa.A teoria continua a ser estudada, mas uma pergunta persiste sem resposta, desde 1996: que espécie de crise interna poderia ser tão forte a ponto de mudanças climáticas repentinas provocarem o colapso total de uma civilização tão bem estruturada como a maia?Para isso não exite resposta!E enquanto as respostas não vêm, a única realidade clara é a de que os maias simplesmente sumiram.Entre as versões mais exóticas para o desaparecimento incluem-se as de que a civilização maia teria sido sequestrada por extraterrestres e levado para outro planeta, à semelhança de muitas passagens bíblicas e mitológicas, como a de Enoch que, segundo textos bíblicos apócrifos, teria deixado a Terra numa nave voadora. E seriam versões pouco dignas de confiança caso em relevos maias não existissem algumas misteriosas incrições e desenhos mais misteriosos ainda.O mais famoso de todos é o baixo-relevo gravado em pedra na tampa do sarcófago do Rei Paccal em palenque, obra produzida, segundo se calcula, por volta do ano 683 de nossa era. No desenho vê-se claramente, um "indígena" maia pilotando uma máquina voadora, com motor e fogo saindo pelo que parece ser um cano de escapamento. Não há como argumentar que possa ser sugestão ou ilusão de ótica: a imagem é muito clara e inconfundível.Então, o que dizer a respeito de um fato como esse? De uma máquina voadora pilotada por um maia, há mais de 1.300 anos?